Filmes do mês

1. Truque de Mestre (Now You See Me)

2. Wolverine Imortal (Wolverine Inmortal)

3. Círculo de Fogo (Pacific Rim)

4. Percy Jackson e o Mar de Monstros (Percy Jackson and the Sea Of Monsters)

5. Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos (The Mortal Instruments: City Of Bones)

Bom, no fim do mês de julho e agora, no começo de agosto, eu vi cinco filmes. Para não gastar muito tempo fazendo cinco posts, eu decidi juntar todos em um post só. Como vou muito ao cinema, esse provavelmente vai ser o formato de todas as minhas resenhas daqui por diante.

1. Truque de Mestre (Now You See Me)

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Antes de viajar para os Estados Unidos, vi o trailer de Truque de Mestre no cinema e me apaixonei pela história. Fui assistir e, devo dizer, é ainda melhor do que eu esperava. O filme conta a história de três mágicos de rua, amadores: o leitor de mentes Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), o hipnotista Merrit McKinney (Woody Harrelson), o ilusionista Jack Wilder (Dave Franco) e a mágica Henley (Isla Fisher). Eles não tem muito comum além da mágica e do possível convite para adentrar em uma sociedade secreta: o Olho. Mas para entrar nessa prestigiosa sociedade, que só aceita os melhores, há três truques que os mágicos precisam realizar, juntos. Unidos, Os Quatro Cavaleiros realizam a primeira façanha: roubar milhões em um banco sem que ninguém saiba como.  Esse crime disperta a ação do FBI, fazendo com que um de seus agentes, Dylan Hobbs (Mark Ruffalo), se una à detetive da Interpool Alma Vargas (Melanie Laurent) e ao desmistificador de mágicos Thaddeus Bradley (Morgan Freeman) para tentar responder à pergunta: será que existe mesmo mágica ou tudo não passa de um truque de mestre?

O filme todo gira em torno de um grande suspense: o que é o Olho? Quem é o grande mágico que o lidera? Amo suspenses, e este é do tipo que te deixa com um nó na cabeça até o fim. Você jamais adivinhará o final. Esse é um dos filmes mais bem bolados que já vi. Apaixonei por cada um dos personagens (principalmente o Daniel e o Jack), sem falar nas frases que viraram bordões. As que eu mais gostei: “Olhe perto. Mais perto. Porque quanto mais perto você olha, menos você verá” e “Nada está realmente trancado”. Eu pulava na cadeira a cada acontecimento. Os atores foram impecáveis, os efeitos faziam tudo parecer real e as cenas ficavam cada vez mais incríveis. Então, se você ama finais surpreendentes, esse filme é para você. Of course, 5 stars (*****)

Trailer:

2. Wolverine Imortal (Wolverine Inmortal)

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Adorei o começo desse filme. Estou estudando a Segunda Guerra Mundial na escola, então nada mais perfeito que um filme comece com o ataque da bomba atômica em Nagasaki, não é? Bom, isso mesmo, é há mais de 50 anos que começa essa história, quando Logan, o Wolverine (Hugh Jackman), salva um dos soldados japoneses do ataque à bomba. Meio século depois, o homem que o salvou vira um homem rico e poderoso, mas que está prestes a morrer. Tudo o que Logan queria, afinal, ser imortal muitas vezes é uma maldição. Portanto, como agradecimento, o homem oferece para torná-lo mortal. Apesar da recusa de Logan, ele repara que já não se cura como antes. Terá ele perdido seus poderes? Ou eles foram roubados? Mesmo sob a ameaça de morte pela primeira vez, Logan se vê obrigado a fazer o que não fazia há muito tempo: ser o Wolverine, para ajudar a filha de seu velho amigo japonês, que corre grande perigo.

Não me levem à mal, mas, considerando o sucesso que foi o primeiro filme (Wolverine: Origens) e o último lançamento do X-Men (X-Men: Primeira-Classe), eu esperava muito mais desse filme. Queria mais ação, mais novidade, quem sabe o surgimento de uma nova trama. Os vilões não são mais tão legais quanto antes, e os mocinhos também não atraíram a minha atenção dessa vez. A nova moda e ter um personagem oriental na trama, mas achei meio nada a ver incluí-los em uma série de super-heróis americanos. Eu até gostei da japonesa ruiva, mas a outra era enjoada e muito “princesinha indefesa” para histórias de super-heróis. Outra coisa que me incomodou foi o fato de que aquela chata da Jean (o antigo amor de Logan) ficava aparecendo nos sonhos dele o tempo interinho. Odeio a Jean (quem viu X-Men 3 sabe porquê) e vê-la nesse filme me deixou chateada. O final também foi pouco surpreendente e, mesmo que seja uma ficção, muito surreal. Fora isso, só devo elogios aos efeitos especiais, ao cenário e à trilha sonora, que foi espetacular. O figurino também foi bom, muito Hugh Jackman sem camisa para as garotas. Bem, é por isso que minha classificação fica nas 2 estrelinhas (**)

Trailer:

3. Círculo de Fogo (Pacific Rim)

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Eu confesso que não queria assistir esse filme de jeito nenhum. Parecia péssimo, horrendo. Mas a Gabi queria, então lá fomos nós ao final da aula assistir o tal filme, só para acompanhá-la. O filme é aquela velha ficção-científica dos aliens X humanos. Mas dessa vez é diferente. Você sempre olhou para o céu, se perguntando se havia vida em outros planetas… Quando na verdade ela está bem abaixo de você. Os Kaijus, primeiros aliens na terra, vieram da famosa fenda tectônica no Pacífico, conhecida com Círculo de Fogo. São grandes, fortes e poderosos monstros que ninguém esperava ou podia conter… sozinho. Cientistas inventaram os Jaegers: poderosas máquinas mortíferas, comandadas por duas pessoas que tenham uma conexão neural. Porém, como Charles Darwin já havia descoberto, existe algo chamado adaptação, uma melhora à favor da sobrevivência. Kaijus ficam cada vez mais poderosos, e talvez nem mesmo os Jaegers possam contê-los. A última função e esperança de seus pilotos, Raleigh Becket (Charlie Hunnam) e Mako Mori (Rinko Kikichi) é destruir a passagem que existe pela fenda e impedir que mais Kaijus cheguem à Terra.

Pois é, gente. Entrei na sala de cinema esperando o pior, mas encontrei um filme bem feito, com ótimos efeitos especiais, personagens cativantes e uma história que faz com que você queira saber o final a todo custo. Esse filme também entrou na mania do personagem oriental, mas deu super certo no enredo e deu um toque super legal ao filme. Eu vivi cada emoção e aflição dos personagens e achei que o ingresso valeu muito à pena. Claro que é um filme com um quê de previsibilidade, um pequeno clichê, mas, muitas vezes, a gente quer mesmo é um final feliz acima de tudo. Esse ganha 4 estrelas (****)

Trailer:

4. Percy Jackson e o Mar de Monstros (Percy Jackson and the Sea Of Monsters)

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Um dos filmes mais esperados desse ano é a continuação do primeiro filme do Percy Jackson. Depois do fiasco que foi o primeiro filme, mesmo que dirigido pelo premiado Christopher Columbus, essa continuação seria uma tentativa de resgatar o livro no filme. Bom, o filme continua com a história do semideus Percy Jackson (Logan Lerman), que treina normalmente no Acampamento Meio-Sangue após recuperar o Raio Mestre de Zeus e salvar o mundo. O foco do enredo é em um acontecimento do passado, quando Thalia, filha de Zeus, quase morreu tentando salvar seus amigos de monstros perto da entrada do acampamento. Antes que ela morresse, seu pai a transformou em uma árvore que protege os campistas dos monstros com a pouca vida que lhe resta. Apesar de ter acontecido há sete anos, essa história é relembrada quando a árvore é envenenada e o acampamento é colocado em risco. A única coisa que tem o poder de curar a Árvore de Thalia é o Velocino de Ouro, um objeto mágico com o poder de curar qualquer coisa. Para essa missão perigosa, no Triângulo das Bermudas, é preciso escolher um herói. A escolha óbvia seria mandar Percy, Annabeth (Alexandra Daddario) e Grover (Brandon T. Jackson) para salvar o acampamento, mas o diretor, senhor D. (Stanley Tucci), resolve escolher a brava Clarisse (Leven Rabim), filhe de Ares, inimiga de Percy. O herói não quer que ela leve a glória sozinha, portanto parte em uma missão do lado de seus amigos e seu meio-irmão, Tyson (Douglas Smith), para salvar Thalia do fim.

Claro, estava esperando esse filme há três anos, mal conseguia dormir na semana de estreia fiquei furiosa ao saber que seria lançado nos Estados Unidos antes. Aqueles momentos em que eu queria ser americana! Sou super fã dos livros há um tempão, é uma série fantástica, mas, como sempre, para os leitores do livro o filme volta a deixar a desejar. O roteiro mais uma vez fugiu da história original, mas, para falar a verdade isso me chateou menos nesse filme do que no primeiro, uma vez que pouco foi retirado da história, a maioria das coisas foi acrescentada. Eles mantiveram o foco principal do enredo, apesar do acréscimo de uma cena inexistente ao final. O figurino também voltou a não existir, uma vez que os personagens continuaram a utilizar roupas cotidianas ao invés da camiseta do Acampamento Meio-Sangue. Porém, as características físicas dos personagens foram levadas mais em conta pelo diretor Thor Freudenthal, apresentando uma Annabeth loira ao filme. Alguns fãs requisitaram que a Clarisse não poderia ser tão bonita como a Leven Rabim, mas eu acho que a atriz exerceu com maestria o papel (talvez porque ela seja uma das minhas atrizes preferidas). Os atores Logan Lerman, Alexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel e Douglas Smith também merecem uma salva de palmas por terem realmente encarnado os personagens. Os efeitos especiais, por outro lado, foram mais realísticos no filme de Christopher (claro, uma vez que o diretor já levou o Oscar na categoria com Harry Potter), obtendo algumas falhas na produção de Freudenthal. Assim mesmo, poderia citar várias cenas que deixam qualquer um impressionado. Pode não ser perfeito, mas vale o ingresso pela bela história e o elenco irresístivel. Se você não leu o livro, melhor ainda: você vai amar. Gostaria de dar duas classificações a esse filme, uma baseada no filme somente, e outra comparando com o livro. Baseado no filme, dou 5 estrelas (*****), mas, considerando que li o livro, a classificação fica em 3 estrelas (***)

PS.: queria acrescentar também duas coisas: 1. fiquei chocada ao descobrir que a atriz que faz a Clarisse, Leven Rabim, também interpreta a Glimmer de Jogos Vorazes, só reparei depois, porque ela pintou o cabelo; e 2. alguém aí já viu a série As Nove Vidas de Chloe King (The Nine Lives Of Chloe King)? Porque o ator que interpreta o Chris Rodriguez no filme é o mesmo que interpreta o Brian na série! Fiquei maravilhada quando vi, essa era minha série favorita (antes de ser cancelada – quem sabe não faço um post sobre ela depois?).

Trailer 1:

Trailer 2:

5. Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos (The Mortal Instruments: City Of Bones)

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Esse também era um filme bem esperado, também baseado em livro, mas seria o primeiro da série na telona, talvez por isso tenha causado mais impacto. O filme conta a história de Clary Fray (Lily Collins), uma garota que mora com a mãe, Jocelyn (Lena Headey). Uma noite, ao ir à boate Pandemônio com seu amigo, Simon (Robert Sheehan), Clary presencia um assassinato que só ela parece ter visto. Como ela consegue ver coisas que ninguém mais vê? A resposta é simples: ela não é mundana, mas uma nephilim. Nephilim são seres metade humanos, metade anjos que têm como função proteger o mundo humano de demônios. São os Caçadores de Sombras, e Clary é um deles. Com isso, sua mãe desaparece e ela quase teria sido morta por um demônio Ravier, se Jace Wayland (Jamie Campbell Bower) não tivesse aparecido, matado-o e salvado-a. Sem saber em quem confiar, Clary busca respostas sobre o desparecimento de sua mãe no Instituto, uma fundação que treina Caçadores de Sombras. Lá, ela descobre que tem poderes próprios e é mais forte que imagina, podendo ser a única capaz de combater Valentim Morgenstern (Jonathan Rhys Meyer), um nephilim que traiu sua própria raça. Com a ajuda de Jace, Simon e os irmãos Isabelle (Jemima West) e Alec Lightwood (Kevin Zegers), ela vai descobrir que existe muito além do que se vê.

Eu esperava esse filme há um tempão também porque, adivinha? Sou muito fã dessa série também. Mas, diferentemente de PJO, esse filme chegou pertíssimo do livro, deixando de fora alguns mínimos detalhes que não fizeram da produção pior que o livro. Foi perfeito. Os atores superam o elenco de qualquer filme, são todos lindos, bons no que fazem e incoorporaram totalmente o papel. O figurino seguiu rigorosamente à descrição feita pela autora da série, assim como os cenários e os efeitos especiais, que foram impecáveis e bem que mereciam um prêmio. Você parecia estar dentro do filme, eu me envolvi com a trama e, quando o filme acabou, eu não queria acreditar, parecia que aquilo era a minha vida que tinha acabado. É um filme para se rir, se apaixonar, chorar e pedir por mais. É impossível terminar de vê-lo sem se perguntar: “O que eu acabei de presenciar?”; ou exclamar: “Não posso esperar pelo segundo!”. São muitas emoções, principalmente se você leu o livro. Mas, para os que não leram, como a Giulia, escutem que ela amou mais do que tudo, então não se preocupem! E aviso aos românticos: se voc6e acha que o filme é só ação, morte e coisas assustadores, fique sabendo que o nome engana! O filme não dá medo e nem é um drama, tem muito romance e fantasia! Mas, para homens, não se esqueçam que não é uma comédia romântica, é um filme de aventura. Se eu pudesse dar mais de 5 estrelas na classificação, dava 1.000! Mas, como não posso dar mais de 5, a classificação fica em 6 estrelas (******)! Um dos melhores filmes que vi em muito tempo!

Trailer:

Para os que querem espiar mais, 5 minutos do filme, em inglês:

http://movies.yahoo.com/video/mortal-instruments-city-bones-exclusive-175018884.html

Espero que tenham gostado e corram para assistir esses filmes (principalmente o 5!)

xoxo,

Ferdi.

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